UTILIZAÇÃO DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO PARA FINS GERENCIAIS

César Augusto Tibúrcio Silva

Abstract


O urso grizzly gasta o outono a caçar e comer marmotas (McGee, 294). Para tanto, ele move grandes e profundas pedras. Considerando em termos globais, este trabalho do urso, quando comparado com o seu tamanho e o da marmota, leva à conclusão de que o urso desperdiça tempo e energia. Como o inverno é geralmente longo e rigoroso, esta dedução pode ser precipitada. O urso talvez esteja praticando esporte, divertindo-se ou exercitando-se ou talvez variando sua dieta. Ou ainda tudo isto em conjun-to. Provavelmente, a energia obtida em decorrência da ingestão da marmota seja superior aos custos da caça. O presente texto revela como o custeio por absorção pode ser utilizado para fins gerenciais. Apresenta, inicialmente, discus-são acerca da não utilização do custeio por absorção com a referida finalidade, em razão de promover distorções nas decisões devido à arbitrariedade dos rateios e de incentivar a superprodu-ção, aspecto enfatizado pela bibliografia da área de contabilidade gerencial. Por fim, demonstra que tal sistema de custeio pode ser um meio de implantação de certas estratégias empresariais e um substituto para mensuração das denominadas externalidades. (Custeio por Absorção – Contabilidade Gerencial)

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e-ISSN: 1984-3925

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